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Uso da cannabis no tratamento de pets avança nos EUA, mas gera debate

Tutores precisam decidir sozinhos as dosagens por falta de instruções legais

 

O tratamento à base da cannabis gera diversos debates, inclusive, quando se refere aos pets. Uma série de pesquisas aponta que o uso da substância pode ser eficaz para problemas como artrite, epilepsia, ansiedade e outras enfermidades que atingem cães e gatos.

O grande diferencial é que o uso da cannabis no tratamento não provoca os mesmos efeitos colaterais que os remédios tradicionais. Ao menos 30 Estados já legalizaram o uso da maconha medicinal, nos Estados Unidos. Um dos que apresentam mais progresso nesta área é a Califórnia.

No âmbito jurídico, a Califórnia se destaca, também, com uma base que procura proteger o médico-veterinário em relação aos esclarecimentos do uso da substância para o tratamento dos animais. Os profissionais se sentem acuados em ofertar a opção, já que a opinião público diverge sobre seu uso.

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Conselho de Medicina Veterinária norte-americano alega
que profissionais podem estar descumprindo a legislação
ao receitar o medicamento (Foto: reprodução)

O governo norte-americano também tem mostrado uma resistência em relação ao tratamento, impondo diversas barreiras na discussão do tema, por meio de ações do secretário de Justiça Jeff Sessions. Os conselhos estaduais, inclusive, recomendam que os médicos-veterinários não citem a cannabis como um tratamento.

Esse posicionamento tem feitos os próprios tutores tomarem sozinhos a decisão de buscar por medicamentos à base da cannabis, sem saber a dosagem ideal ou o tempo de tratamento.

Fonte: TriCurioso e Folha de São Paulo, adaptado pela equipe Cães&Gatos.

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