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Profissionais explicam o funcionamento da leishmaniose em gatos

Doença ainda é pouco debatida com o foco nos felinos

A leishmaniose é uma doença infecto-parasitaria, causada por diferentes espécies de protozoários do gênero Leishmania, trata-se de uma enfermidade não contagiosa e de caráter zoonótico, com muita importância na saúde pública, onde 90% dos casos de leishmaniose visceral humana estão concentrados em cinco países: Brasil, Índia, Bangladesh, Nepal e Sudão. 

A doença tem transmissão vetorial, onde o responsável pela disseminação do agente é o flebótomo do gênero Lutzomyia, também conhecido como “mosquito-palha”. Dependendo da espécie de Leishamania envolvida, temos diferentes apresentações clínicas, como a Leishmaniose cutânea (LC) e Leishmaniose visceral (LV). 

O papel do gato (Felis catus) no ciclo da transmissão da leishmaniose sempre foi muito discutido, mas, hoje, sabe-se que ele é infectado pelo agente, tem a capacidade de transmitir o protozoário para o vetor e tem um contato estreito com o homem, por esses três fatores, o felino torna-se um bom reservatório para doença. 

O gato pode ou não ser sintomático. Quando for, os sinais podem ser inespecíficos (como febre e perda de peso). A forma cutânea pode apresentar-se por formações nodulares e\ou ulceradas em focinho, lesões papulares e dermatite generalizada. Já a forma visceral pode manifestar-se com sinais cutâneos, podendo apresentar linfadenomegalia, uveíte e ulcerações na cavidade oral. A doença sintomática, geralmente, está associada com a imunossupressão do animal, como nos casos das retroviroses felinas (FIV, FeLV). 

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Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD. 

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