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Leishmaniose canina tem recebido maior atenção dentro da veterinária

Patologia ainda é frequente e reincidente em diversas regiões do Brasil

Com a contínua evolução da Medicina Veterinária, o desenvolvimento de diversos tratamentos e abordagens preventivas contribuem para o aumento da longevidade e a qualidade de vida dos pets.  A leishmaniose visceral, apesar de ainda frequente e reincidente em diversas regiões do Brasil, tem recebido mais atenção no campo da veterinária, com novas abordagens preventivas.

As leishmanioses, tanto na forma tegumentar quanto na visceral, estão diretamente ligadas a fatores sociais, ambientais e climatológicos.

Também conhecida como calazar, a patologia canina é provocada pelo protozoário Leishmania infantum, que tem no cão um de seus principais reservatórios e quando é tardiamente diagnosticada ou não tratada, alcança taxa de mortalidade de até 100% em dois anos, podendo evoluir para uma doenças graves e fatais. A transmissão para o homem e os animais se dá principalmente pela picada de flebotomíneos infectados, Lutzomyia longipalpis, L. cruzi e L. migonei.

Para o diagnóstico da infecção, alguns sintomas podem ser percebidos pelo tutor, como lesões cutâneas e a linfadenomegalia, enfraquecimento, perda de apetite, emagrecimento, febre, letargia, esplenomegalia, caquexia, abatimento, epistaxe, onicogrifose, vômitos, diarreia, sinais oculares, poliartrite, sinais neurológicos, e outros. Mesmo que o diagnóstico venha a não subentender o diagnóstico da doença, isso poderá, na prática, definir o grau de acometimento do animal, já que animais infectados muitas vezes não demonstram nenhum sinal externo.

Com isso, para identificar a patologia, os testes parasitológicos disponíveis para a confirmação e a quantificação da carga em animais infectados têm melhor sensibilidade.

A prevenção da leishmaniose, possui três estratégias. O controle de vetores visando reduzir sua densidade. o controle do reservatório canino com inseticidas tópicos para matar e prevenir picadas de flebotomíneos e tratamento de cães infectados e o tratamento ambiental para reduzir os ecossistemas de criação de flebotomíneos. A vacinação dos cães contra leishmaniose visceral também é uma medida de proteção individual disponível no Brasil e na Europa.  

Para mais informações e detalhes sobre o tema, leia o artigo completo na edição de setembro da C&G VF. Acesse aqui.

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD. 

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